O DINHEIRO DO ESTADO NÃO PERTENCE AO POVO!

Os impostos aumentam, e o brasileiro segue estadista. não consegue ver a relação entre o Estado que suga o trabalhador e seu difícil cotidiano.



A conveniente frase de Mussolini (1883 – 1945), “Tudo no estado, nada fora do estado, nada contra o Estado” aplica-se facilmente aos dias de hoje em diversos países afora, Brasil incluso. Época em que o já grande Estado brasileiro insiste em aumento de impostos, assim, fácil! Os gastos de um Estado inchado aumentam e a resposta rápida é: “Vamos retirar mais dinheiro da população! Os ‘contribuintes’ irão entender”, afinal, tudo pelo glorioso Estado.

A notícia G1: Aumento do PIS/Cofins cobrados sobre gasolina, diesel e etanol. Com o reajuste o governo pretende arrecadar, leia-se ROUBAR, R$ 10,42 bilhões dos pagadores de impostos. É simples, a decisão não passa pela autorização do congresso. Então, a arrecadação é imediata!

Assim segue a extorsão, normalmente, através de coerção estatal, para sustentar um sistema de parasitas.

Dada a notícia. Gostaria de colocar O DINHEIRO DO ESTADO NÃO PERTENCE AO POVO! O DINHEIRO DO ESTADO É DO ESTADO, E O ESTADO FARÁ O QUE QUISER COM O DINHEIRO. Queira você ou não, o Estado não produz absolutamente nada, o Estado existe, única e exclusivamente, porque subtrai de quem produz. Nem ao menos é dado o direito de rastrear a “contribuição”, se não pode ser rastreado e nem decidido onde será aplicado fica simples entender, O DINHEIRO É DO ESTADO!

E mais: “O que realmente ocorre na prática é que pagamos impostos majoritariamente para bancar salários de políticos, burocratas, funcionários públicos e, principalmente, para alimentar o parasitismo de lobistas e grupos de interesse que, por causa de suas boas relações com políticos, obtêm acesso irrestrito ao orçamento do governo por meio de contratos de obras públicas, subsídios, empréstimos subsidiados e criação de regulamentações que lhes beneficiem e prejudiquem a concorrência.

Ou seja, pagamos impostos para que esse dinheiro seja repassado a funcionários do estado e a grupos de interesse muito bem organizados — os quais obtêm esse dinheiro em troca de propina que pagam a políticos.” (Trecho retirado de Impostos nada mais são do que roubo legalizado, diversos autores), Além de ser um roubo é usado para cometer injustiças!



Sabendo disso sempre me pergunto: por quê, raios! As pessoas ainda confiam em políticos?

Os gregos céticos diziam que devemos desconfiar do mundo. As pessoas são egoístas e vão agir segundo suas vontades para satisfazer seus desejos. Há uma falácia ao dizer “falta vontade política” o que não falta é vontade de político. Políticos têm é vontade demais. Ainda, por ilustre vontade, aumentam cada vez mais o Estado simplesmente para satisfazerem ainda mais suas vontades. O que falta é justamente o contrário, cortar vontades políticas, enfraquecer o Estado e diminuir a quantidade de políticos, só assim é possível diminuir as vontades dos políticos. É tanta gente satisfazendo suas vontades, através da máquina estatal, que não há povo para aguentar!

Sêneca (4 A.C – 64 D.C) dizia que deveríamos desprezar o mundo. Faz sentido quando se têm a impressão que tudo é mentira. Sêneca foi tutor de Nero, conhecia bem a vida política e, principalmente, que era baseada em mentiras e trapaças. Isso a tanto tempo que qualquer pessoa, com um pingo de consciência, é capaz de identificar que os propósitos dos políticos não é o bem público.

Séculos adiante Voltaire (1694 – 1778), exprime com precisão cirúrgica “A política é o meio através do qual homens sem princípios dirigem os homens sem memória”, nada mais certeiro, e, principalmente, para o Brasil nada mais atual! E, ainda, seguindo dentro do mesmo pensamento Thomas Sowell (1930) coloca: “O propósito da política não é solucionar problemas, mas achar problemas para justificar a expansão do poder do governo e um aumento nos impostos”.

E mesmo diante de tantos escândalos, mandos e desmandos estatais, o brasileiro ainda continua acreditando no Estado. É um ser domesticado – foi educado para isso. Um tipo de sebastianista por instinto. Acredita que haverá uma salvação vinda de políticos, gosta de mitos. Acredita que um dia virá um ser iluminado que administrará com amor e justiça a pátria amada. Uma tolice!

Políticos brasileiros têm praticamente os mesmos projetos de organização estatal – os mesmos projetos de governo – e mesmo assim não se questiona o óbvio, por quê? O brasileiro vota em pessoas, acredita que o problema é a corrupção, mas que um dia acertará, e então alguém virá administrar o espólio de forma honesta – más notícias, imposto é roubo, depois disso o dinheiro não é mais do cidadão “contribuinte”.

Nietzsche (1944 – 1900) dizia que na medida em que cresce o Estado o indivíduo diminui, verdade! Não existe coexistência entre os indivíduos e o Estado, é inevitável, o Estado sempre gastará mais do que a capacidade dos indivíduos de gerar riqueza.



Deixar uma resposta