UBER E A CONTRADITÓRIA MORALIDADE DO ESTADO

A CORRUPÇÃO SEMPRE ESTEVE PRESENTE EM TODAS AS SOCIEDADES, mesmo que estudos sobre o assunto sejam recentes, remontando a segunda metade do século XX. O ESTADO É, NATURALMENTE IMORAL!

Mas, espero que o jeitinho brasileiro consiga passar por cima dessas estadices brasileiras.



A CORRUPÇÃO SEMPRE ESTEVE PRESENTE EM TODAS AS SOCIEDADES, mesmo que estudos sobre o assunto sejam recentes, remontando a segunda metade do século XX. O ESTADO É, NATURALMENTE IMORAL!

O poder não tem limites. É uma característica intrínseca a ele. Nicolau Maquiavel (1469 – 1527), renascentista, já notava como o poder corrompe o ser humano. No século XVIII Montesquieu (1689 – 1755), escreve “a corrupção de cada governo começa quase sempre pela dos princípios”. Assim, uma crítica ética, sobre a administração pública, mostra não o quanto os políticos se afastaram das regras morais, MAS, QUE NUNCA AS TIVERAM.

O Brasil é um país historicamente corrupto, logo, o acúmulo de poder, em ambiente moralmente corrompido, só pode obviamente tomar medidas autoritárias em nome de uma pequena casta que vivem da burocracia estatal. Mesmo que isso seja contraditório a tudo aquilo que costumam dizer.



Até a chegada do UBER a máfia dos táxis faturava mais de 6 milhões no Rio de Janeiro [1], não é diferente em outras partes do brasil. A quebra de monopólios, as possibilidades de ganhos mais atrativos, liberdade ao motorista e todo os benefícios com a chegada dos aplicativos de carona, passam desapercebidos quando o assunto é manter a casta no poder. Quanto mais centralizado, para os detentores do poder, melhor.

Desta forma, contraditoriamente, os socialistas, impõe seus mandos e desmandos. Suprimindo os direitos naturais e aplicando os direitos positivos, fingem se importar com o bem-estar da população, quando na verdade mostra seu lado elitista e autoritário com medidas claramente desrespeitosa aos direitos dos indivíduos, de livre iniciativa e de escolha. Como no caso UBER [2].

Assim, ao defender seus privilégios, com entraves de legisladores, em detrimento dos direitos verdadeiros do povo, o Estado que, mente ao bradar aos quatro ventos, “igualdade” mata povo, como já nos alertava Nietzsche (1844 – 1900), “Estados? O que é isso? Vamos! Apurai os ouvidos, porque agora vou falar-vos da morte dos povos”. Sim, a morte da livre iniciativa, da vontade de pontência, da liberdade de escoolha e entre os indivíduos, esta é a morte dos povos.

O Estado tem a moral dobre, e assim força os indivíduos a ser moralmente dobre também. O excesso de regulamentações força o surgimento do “mercado negro” ou, no caso do Brasil, o Jeitinho brasileiro – a forma que o povo encontrou de controlar o mostro.

Não ficaria surpreso se o brasileiro conseguisse bular as novas regras estatais para continuar trabalhando. Aliás, seria ótimo!

[1]. Segundo o site antes da chegada do UBER a máfia dos táxis faturava mais de 6 milhões no Rio de Janeiro. http://www.ilisp.org/noticias/antes-do-uber-mafia-de-aluguel-de-taxis-faturava-r-67-milhoes-por-mes-com-diarias-no-rio/

[2]. Projeto prevê abolir aplicativos de carona. http://www.ilisp.org/noticias/cabify-e-uber-afirmam-que-projeto-aprovado-na-camara-extingue-aplicativos-no-brasil/

 


Deixar uma resposta